O Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) reivindica para esta sexta-feira, o terceiro de cinco dias de greve, uma forte adesão.

 

O Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) reivindica para esta sexta-feira, o terceiro de cinco dias de greve, uma forte adesão, com o encerramento de 70% dos serviços de finanças e aduaneiros.

Em comunicado, o STI adianta que a greve dos trabalhadores da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) leva a que na maioria dos portos e aeroportos se estejam apenas a cumprir os serviços mínimos.

O STI prevê mesmo que as perturbações que se verificam relativamente à entrada de mercadorias se vá agravar, “decorrente do não desalfandegamento de mercadorias não abrangidas pelos serviços mínimos, como, por exemplo, produtos perecíveis”.

No seu comunicado, o STI adianta que ao final da manhã de sexta-feira realizou uma concentração de trabalhadores da AT, em frente ao Ministério das Finanças, em Lisboa, para exigir “dignificação profissional e melhores condições de trabalho, que garanta a prestação de um serviço de qualidade aos contribuintes”.

O sindicato detalha ainda que o protesto “está a ter grandes repercussões” em Sines e Leixões.

Em particular, especifica em relação a Sines, “constrangimentos no desalfandegamento de cargas, destinadas, nomeadamente, à indústria automóvel, consumo, têxtil ou fornecimento de brinquedos e artigos de natal, entre outros produtos”. No porto de Leixões, “o panorama é semelhante”.